É comum presenciarmos pessoas em restaurantes, bares e eventos, que
trocam meia dúzia de palavras entre si, mas que estão antenados em seus
smartphones, plugados com tudo o que acontece no mundo virtual. Mas algo nesta
cena cotidiana está em plena transformação. O grupo de pessoas que se encontra
fisicamente reunido já não tem apenas como foco, trocar experiências e
informações ‘frente-a-frente’.
É comum presenciarmos, em uma
noite em bares e restaurantes, pessoas unidas em torno de um interesse: a
diversão e o entretenimento.
De acordo com psicólogos, a tecnologia de fato, é capaz de afastar as
pessoas. Mas isso não é regra e para que isso não aconteça, ela precisa ser bem
utilizada.
A internet e os smartphones ligados a ela são capazes de manter o
indivíduo conectado 24 horas no mundo virtual. O usuário pode se comunicar com
pessoas que estão geograficamente distantes de sua localidade, promovendo então
a inserção do internauta na realidade virtual.
Porém, por outro lado, algumas pessoas exageram na dose e passam a viver
em demasia conectados ao mundo virtual, comprometendo a sociabilidade. Mas
quando perceber que as ferramentas tecnológicas estão afastando o usuário do
mundo real?
Especialistas relatam que hoje em dia já existem algumas terapias
dedicadas a tratar desse comportamento como uma patologia da modernidade e
explicam que o que faz mal não é o uso e sim o excesso.
Tais ferramentas estão à
nossa disposição e prometem trazer mais conforto, comodidade e outros serviços
em favor do usuário. Porém, é necessário, como em todas as áreas da nossa vida,
ter em mente a consciência do limite entre o razoável e o demasiado.
Afinal, de que adianta estar em dia com o virtual e ter pendências com o mundo
real, onde tudo ainda acontece?
font: administradores.com.br

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